18/04

Banda soteropolitana aquecerá corações no Happy Beer Hour do HS 2019 com música ao vivo. Confira!

Para animar a noite do Hotel Summit Salvador 2019 e tornar o evento ainda mais inesquecível para todos os participantes, teremos um Happy Beer Hour com música ao vivo em parceria com a banda baiana Morena, além de uma boa bebida servida pela Cervejaria 2 de Julho, parceira do evento. 

A banda Morena foi idealizada por Zé Leal e inicialmente formada pelo seu idealizador juntamente com Leonardo Lima e Pedro Coelho. Ainda em 2015 gravaram seu primeiro disco com oito músicas autorais intitulado (ō) e o seu primeiro clipe com a música ‘Minha Cuscuz’.

Curta a seguir o último clip da banda.

Intimidade é Energia, Morena Dub

Morena, no bom baianês se refere às pessoas de cor mestiça, com traços de diversas etnias. E 'Mōrena', significa "bom dia" na língua Maori, o que reflete a positividade do grupo.

A estreia ocorreu no tradicional evento Loro Surf Festival 2015, na capital baiana - Salvador. Nesta ocasião, a banda teve a oportunidade de dividir o palco com a banda Bemba Trio.

Entre bares e editais, a banda começou a entrar no cenário musical da bahia como uma da precursoras na música eletrônica em salvador, misturando tropicalismo e bossa com hip hop e dub. E precocemente, antes mesmo da banda completar 1 ano, tiveram a oportunidade de abrir o show da banda 3030, o primeiro da mesma em salvador no início de 2016.

Nesse mesmo período, a banda anunciou sua primeira turnê internacional para a Nova Zelândia e firmou parceria com bandas locais como Oliberato e Dimaré. Estreando também na televisão, com sua primeira entrevista para a TV Cultura.

Em março de 2016, lança seu segundo disco: NZōTour; em homenagem à turnê que estava para acontecer. Ainda em março a banda embarca para a Nova Zelândia, rumo a Auckland.

Na turnê a banda tocou em festivais como o CubaDupa e Coastella, ambos em Wellington, conhecida como a cidade da música. Além de realizar workshops e participação no show de jazz da cantora Alda Resende. Também recebeu nos palcos Allistar Fraser, Sam Manzanza e Julie Bevans. Com o congolês Sam Mazanza gravaram música de sua autoria: Hang There My Son. Entre shows e workshops, na turnê, a banda se apresentou em Auckland, Wellington e Nelson.

No retorno, a banda lançou clipe da turnê e retornou aos palcos de Salvador. Lançou o projeto Música no Prato e Food Rocks, que teve boa repercussão local e proporcionou a divulgação da turnê entre seus conterrâneos, reforçando a parceria com Tatiana Trad e Daniel da Cruz.

Nesse momento a banda iniciou os preparos para a gravação do seu terceiro disco, o primeiro ao vivo, que aconteceu no Teatro da Cidade em agosto de 2016.

Neste, participaram os músicos Eric Almeida, Ian Lasserre, Artur Paranhos, Tatiana Trad e o Liberato. Embora o Disco só tenha sido lançado em 2017, ainda em 2016 o Mōrena lançou o clipe da música Intimidade é Energia (gravado no teatro), e teve a satisfação de colher os frutos que a gravação do disco no Teatro da Cidade lhe proporcionaram.

 O retorno ao Loro Surf Festival 2016 dividindo os palcos com Scambo. O Dahaze festival quando a banda abriu os shows de Ponto de Equilíbrio e Felipe Ret. E já no final do ano quando dividiu os palcos com Planta e Raiz e Maneva no Dahaze reggae festival, no Alto do Andú, em Salvador.

Neste período também foram lançados os clipes de Simplicidade Acústico e Canto da Sereia.O ano de 2017 foi um período de laboratório para a banda, que se preparou para lançar seu quarto disco e segundo autoral. Espera-se que o disco seja lançado em meados de 2018, coincidindo com o retorno da banda aos palcos em sua formação original com Leonardo Lima (baixo e sintetizadores) Dj Zé Leal (percussão e pick up) e Pedro Coelho (violões, loops e vocal).

O disco contará com oito músicas sendo 4 inéditas (Incendeia, Marina, Vamos Ser Livres e Borboleta) e as outras quatro de discos anteriores (HIgh Wave, Intimidade é Energia, Simplicidade e Canto da Sereia).

O novo disco busca revelar o lado reggae da banda, sem perder de vista sua influência do tropicalismo baiano, tampouco do estilo criado e representado pela banda: o TropicalDub.